Lindsey Stirling, no seu momento dança com o violino
Olá, pessoas! Bom encontrar vocês de novo, sério mesmo. Já nos vimos algumas vezes, de modo que me sinto um pouco mais confortável em bater um papinho antes de mostrar o texto de hoje pra vocês. Esse texto, aliás, é quase um segredo. Sh...
Então, shall we dance? ;)
Existem muitas coisas sobre as pessoas das quais elas não falam. Uma coisa que não costumo falar sobre mim: eu danço. Se você não me conhece, deve ter passado incólume por essa informação. Se me conhece um pouquinho deve ter pensado "mas o queeee?"
Pois é, eu danço. Eu danço com canecas de café, eu danço com elefantes imaginários, eu danço sozinha. Eu danço quando nada mais resolve, é minha forma de dizer ao mundo "aaaaah, foda-se. "
Entrar no quarto, trancar a porta, achar meus fones de ouvido, morrer pro mundo. Simples assim, sem pensar, sem obrigações. Sem obrigações e sem habilidade nenhuma, mas a essa altura do campeonato, quem se importa? Meus espasmos ritmados aos quais insisto em chamar de dança são suficientes pra agradar minhas canecas e elefantes. E tudo bem, não tenho tentado entrar em nenhuma escola russa de balé ou algo assim. To bem, aqui, com meus elefantes. Sobre o mundo la fora, afirmo autisticamente: ele pode esperar!
Ele que espere enquanto eu danço escondida. Pode não ser solução pra nada e eu sei, é meio retardado, mas é melhor do que esperar sentada enquanto o mundo dança quadradinho tipo borboleta na sua cara.
Ah, antes que eu vá, shhhhhhh! Isso ainda é segredo, não conte pra ninguém. Mas se quiser dançar comigo, só por hoje, você escolhe a música.
-*-
Até logo, pessoas. Berenice (minha violina, que vocês conhecerão em breve, prometo. Um amor, ela.) e eu nos despedimos, com olhos marejados. Talvez seja hora de mais uma dança. Obrigada pela companhia, dançar com vocês é sempre muito bom. Boa dança pra vocês!
Até terça.

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