Mááá oêê... Olha eu
aqui de novo! Como foi a semana sem mim? Difícil, suponho.
Mas cá estamos, sendo
lindos! E esse texto é pra você meu leitor favorito que aguarda as quintas
ansios@. Pra você que acha que as pessoas deveriam tatuar mais lagartas e menos
borboletas. É pra você que me ama, pra você que me odeia, pra você que me viu
no ônibus, pra você que nunca me viu. Pra senhora mãezoca! Pra senhora Tia
Leura, que completa mais um ano hoje!
Então... vamos ao
textinho?! Não vou falar nada sobre ele, mais uma vez. Nem lembro como eu o
pari. Mas olha, ele é especial pra mim! Espero que se torne pra vocês também.
creditos: Sou eu mesma, minha amiga Poly que tirou. Amo essa foto!
“A gente só precisa de rir. De boa
música e um travesseiro macio.
A
gente só precisa descobrir que há mais valor no amor que nas obrigações e que
um dia de cada vez é mais legal que mil dias em um só. 'Não vê as ervas no
campo...'
Precisamos
de um riso besta e de ler um bom livro, ou um livro não tão bom assim.
A
gente precisa de uma conversa solta. E de conhecer gente que é seu completo
oposto, mas que ainda assim te completa.
Precisamos
de um nescau quente. De café. De cafuné.
A
gente precisa daquele cochilo bom no meio do dia e de, sem querer, esquecer
algum compromisso pra ficar jogando vídeo game.
A
gente precisa de panelas de brigadeiro e de um copão de Coca-cola. E banho de
chuva. Tomar um guaraná, suco de caju, goiabada pra sobremesa...
A
gente precisa de um abraço do nada. E precisa de coragem pra chama-l@ pra um
café às seis, sem intenções além do prazer da companhia.
A
gente precisa de se sujar na areia e de correr um pouquinho. Um pouquinho só,
no meu caso.
Precisamos
passar dos nossos limites, neste caso, eu corro mais um pouco.
A
gente precisa de tempo para planejar bobagens e um passeio de bicicleta em
Amsterdã.
A
gente precisa reconhecer valor na simplicidade das coisas. Naquilo que se
apresenta todos os dias e do mesmo jeito e jamais consegue ser do mesmo jeito.
A
gente precisa do doce que a vó trouxe com muito carinho do interior. E de saber
que sua família te ama de um jeito peculiar, único e inimaginável e de rir das
bobagens com eles...
Eu
acho que essas coisas significam ser feliz.
Eu posso ser maluca. Posso não fazer sentido.
Mas, apesar dos meus textos por vezes soturnos, eu escolhi ser feliz
diariamente. Não daqui a 10 ou 20 anos. Não depois que eu casar e tiver filhos.
Não depois da graduação. Não depois. Escolhi ser feliz hoje. Agora.
Vamos
tentar comigo?! Me dá a mão! É só uma tentativa. Se você não gostar, te pago um
café e você volta pro seu mundo.”
Então?!
Que tal?! Espero que tenham gostado.
Um
bom fim de semana procês e continuem me amando. Pufavô!
Cheiros!

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