Como vocês estão? Me digam! Vamos conversar?!
Eu?! Ah, hoje eu tô caindo de sono, cansadona, mas muito satisfeita! =)
Então, chegamos em mais uma Quinta. Cês tão gostando das Quintas?? Me contem?!
Mas sim, estamos aqui pelo texto. Ele é de alguns dias, as palavras escapuliram para o papel. Por isso não sei se faz lá muito sentido. Mas eu escolhi ele pra hoje! Vem comigo!
"Ela
estava caindo.
Caindo.
Caindo.
Aquelas
palavras a puxavam numa espiral da qual ela não conseguia se livrar.
Quase
que sem querer ela se envolveu. E agora ela caia.
Como
que com sonolenta, no limiar entre o sono e a vigília. Naquela hora em que não
se sabe o que é sonho o que é real. Era ela.
Se
ela já havia tentado se livrar?
Ah,
não apenas uma vez. Mas não há luta ganha contra a gravidade. Contra aquilo que
te puxa, que te atrai ao centro.
Não
era inteira coragem. Nem medo. Ela nem mesmo sabia o que estava fazendo.
Estava
caindo.
Se
via descer aos poucos. Se via tentando se segurar em alguma coisa. Mas via seu
sorriso. É, ela estava caindo e rindo.
“O
que será assim que eu tocar o chão?” Ela pensava.
Se
ela soubesse, até que contaria. Mas ela realmente não sabia.
Ela
se perguntava se daria conta do que viesse...
Mas
também não sabia.
“Eu
vou gostar?”
“Ah!
Sei lá!”
A
única coisa que ela sabia naquela hora, é que estava caindo.
Caindo.
Caindo."
Então... é isso!
Por favor, continuem me amando! Não deixem de vir tomar o café das Quintas juntinho comigo!
Cheirinhos!
Enezita Vieira.
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