quinta-feira, 10 de julho de 2014

Gira mundo, cão!

Olá queridinhos!
Olha eu aqui! Se puderem, mais uma vez, me perdoem o sumiço. Eu gosto daqui, gosto de vocês, mas é que a vida tá puxada.
Então, tenho um texto novo. Espero que vocês gostem.
Pode entrar, fica à vontade. Você pode ler enquanto eu preparo um café. =)
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Eventualmente as pessoas te machucam. Sem querer, apenas pelo simples fato de serem quem são e fazerem o que fazem. E ai calhou de você entrar nessa serie. 
Não há a quem culpar, a não ser você mesmo. No meio do que era riso, não mais que de repente, se forma dor. 
Assim, o bom e o ruim andam muito próximos, são só faces diferentes da mesma moeda. E ai vem as perguntas, a dor, o sofrer... mais uma vez. Uma vez que você gostaria que fosse a ultima. Uma vez que você julga desnecessária, mas por algum sadismo da vida, acaba acontecendo.
No meio da bagunça, apenas mais um problema pra você lidar. Como se todos os que você tem, enfileirados ou espalhados pelo quarto, não fossem suficientes. A vida julga que não. A vida trata de aprontar e isso é porque você deixa. Sabendo disso ou não. Mas isso não importa, a culpa é sua de todo jeito. 
As máximas ditas a vida inteira aparecem e gritam ao pé do seu ouvido. E você responde calmamente: eu sei vida, você não vai parar para que eu me conserte. Ok. Me maltrata mais!
E você sabe que precisa andar e já sabe que é isso mesmo que vai fazer. 
O dia sempre amanhece, a maré sempre enche, a lua sempre muda... e você sempre sera impelido a andar. Tropego, bêbado, estranho... conhecendo ou não o caminho ou as pessoas, só te resta andar.
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Aí, que vocês acharam?
Café tá pronto. Cês podem ficar e ler os outros textos, reler esse ai, curtir, compartilhar... Vocês que sabem.
Eu vou indo. Um ótimo fim de semana pra vocês. Torçamos pela Argentina! \o/ =p
Beijos!

Enezita Vieira.

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