Olá todos vocês! ^^
Como estão meus leitores?
Estamos na semana do Amor (ooowwwwnnn <3 ) e eu trouxe aqui pra vocês meu textinho sobre o maldito tal sentimento/atitude.
Então, taí, nosso refrão taí...
-
Sempre fui muito questionadora.
Desde criança perguntava sobre tudo, se não me respondiam eu elaborava teorias,
tenho uma mente muito criativa. Raras coisas me convencem de primeira. Eu não
gosto de acreditar por acreditar. Eu interrogo até obter uma resposta convincente.
Já passei por muitas confusões e desavenças por esse meu jeitinho, mas fazer o
que?! As respostas que obtenho e minha postura diante da vida valem o
sacrifício em perder uma coisa ou outra.
Por que tô dizendo isso? Pra falar
de amor.
Entre as muitas coisas das quais eu
duvidei, uma delas é esse tal de amor.
E ele existe sim. Tão certo quanto o céu sobre nossas cabeças, ele existe. Nas mais variadas formas, com todas as definições, do meu jeito, do seu... O amor existe. Ele é real e a pretensão de tê-lo é tão real quanto o próprio amor.
Eu mesma tive/tenho la minhas dificuldades, mas quando se derrama um rio de lágrimas assistindo a um filme de romance, rááá, você conclui que ele existe. Ah ele existe!
Não é possível que todas as músicas estejam mentindo. E certamente elas não estão. E embora haja dor, haja cansaço, haja medidas drásticas tomadas em terças pela manhã... o amor existe e estará lá.
Estará até que o chinelo velho encontre o pé cansado. Até que o riso invada a sala. Até que você não compreenda tamanha felicidade ou tristeza, nunca se sabe. O amor tem duas faces, inegável. E inegável é também sua existência.
Eu costumava bradar indignada "É tudo interesse!". E é
mesmo e hoje eu sei que não há nada de horroroso nisso! Amamos alguém pelo que
ela causa em nós. Custa admitir?!
Fui construindo meu
conceito de amor dia a dia. Não sem dor, não sem me sentir perdida, não sem me
sentir idiota, não sem querer não acreditar de uma vez por todas. Mas olhei em
volta e vi que era impossível não acreditar.
A sociedade fez do
amor uma coisa tão complicada, cheio de regras, cheio de regras para todos. E o
amor é tão simples. É tão de cada um. Não tem jeito certo ou errado. Tem o seu
jeito, o meu.
Quando se ama, se
ama. Ele pode durar a vida toda ou apenas 3 segundos. “Alguns infinitos são
maiores que outros”.
Por mais que os anos passem todo ser humano tem uma boa história de amor para contar. Com dor ou sem ela, com lágrimas ou sorrisos e sempre com aquele brilho no olhar.
Algumas pessoas, como eu, resolvem fingir que tudo isso não passa de balela. E é. É a balela mais bonita que existe. Porque assim como é inegável sua existência, é inegável também a sua beleza.
O amor é uma coisa boa. Se correspondido, melhor. Quando não, a gente levanta e anda. Anda até que outra oportunidade venha. Ao menos uma.
Sim, sou otimista quanto a isso. E se quiserem saber, sou otimista porque minhas definições de amor escapam ao comum.
Eu acredito no amor, eu acredito sim. Do mesmo jeito que
acredito em Deus. E eu gosto do meu jeito de acreditar. Questionando,
interrogando, confabulando, acontecendo... Com fluidez e não com alguém me
ditando o que fazer, ou como fazer.
Isto vale para todos
os tipos de amor.
Isto é o que posso
falar. O resto, apenas sinto.
-
Pois é galera linda do meu Brasil, estas são minhas confabulações sobre o amor!
Espero que tenham curtido.
Beijos amores.
Enezita Vieira.

Nenhum comentário:
Postar um comentário