quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

"Fácil, extremamente fácil..." Pra que?!

  Oi povo! =)
  Gente, eu fico impressionada em como o tempo tá passando ligeiro! Ontem era quinta, hoje já é quinta de novo.

  Essa semana aconteceram algumas coisas chatas, mas enfim... a gente deixa pra lá e canta "qualquer coisa que é melhor que tristeza..."
  Passei a semana com mil coisinhas na cabeça, meio angustiada, mas não conseguia escrever nada sobre o que eu tava (tô) sentindo, mesmo porque não sei do que se trata. E eu nem devia tá falando isso, mas acho que temos intimidade o suficiente para tanto.
  Ai, hoje, depois de ter ouvido meus cantores favoritos, me inspirei e pari isso daí. Espero que gostem. É, mais uma vez, muito honesto.

  "Embora eu seja bastante preguiçosa, eu escolho caminhos difíceis. 
  Nada vem fácil pra mim e se não vem fácil, é porque escolhi difícil. 
  Aprendi que não é culpa de Deus, nem da vida, nem do destino e nem nada não... A culpa é minha. Passei todo tempo reclamando de tudo e de como é difícil eu ganha alguma coisa, mas enfim... Eu sou toda errada, não poderia escolher certos e nem fáceis porque o gosto do que é fácil se perde mais rápido.
  E é impressionante que quando você se da conta - se dá a conta - das coisas que você faz, elas se tornam ainda mais pesadas. E aqui mais uma vez eu escolhi difícil. 
  Era bom viver na ignorância de mim mesma. Era confortável olhar no espelho e saber que aquela garota magrela e dos cabelos avurassados era eu. Era uma benção questionar pouco sobre determinadas coisas... Era fácil e, como bem notei e vos disse, eu não gosto de fáceis.
  Vou sempre escolher o que eu quiser. Antes eu fosse mais flexível e menos teimosa e escolhesse o que alguns tentam me enfiar goela abaixo, mas desde muito novinha eu escolhi ser dona das minhas ideias e ser teimosa mesmo. Ou seja, escolhi o difícil.
  E aqui me deparo, cercada de cada uma das minhas escolhas e dos mais variados caminhos a seguir. Eu vislumbro tão facilmente quais seriam mais fáceis e agora me dou conta de que, embora preguiçosa emocionalmente, eu gosto é do gasto. Do estrago.   
  E diante disso, só me resta sentar nesta calçada com minha caneca de café, um bom livro, papel, tinta, colocar um bom e -as vezes- fingido sorriso, um copo de vinho - sim, e porque não?! - e esperar para tomar o rumo mais trôpego que uma garota teimosa poderia pegar: o mais difícil.
  E, relaxa, eu aceito a conta."

  Alguma coisa a pontuar?

  Se não, até a próxima!

  Dois beijos.

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