O Facebook me pergunta quem sou eu. Eu me pergunto quem sou
eu. Minha analista me pergunta quem sou eu. E todo mundo permanece sem
resposta.
Sinto muito.
Queria ter uma definição pronta, satisfatória, mas tudo o
que tenho é essa bagunça que se apresenta. Sim, sou uma bagunça completa, e
isso sem falar no meu quarto. Linearidade não é uma das minhas qualidades,
graças a Deus.
O fato é que eu gosto de não saber, acho que conhecimentos
definidos são muito limitadores e esse é outro fato sobre mim: não sou lá muito
dada a limites. Acredite, estou longe de ser uma doida desvairada v1d4 l0k4.
Longe, bem longe. Mas gosto de jogar com essa coisa de pode/não pode. Acho que
por enquanto me dou ao luxo de poder continuar sendo, sem fazer ideia nenhuma
do que quer que seja.
Mas certo, a proposta era falar sobre mim. Pigarros (mas vou
logo avisando, não vai sair nada demais!). Tenho 21 anos, sou acadêmica de
Psicologia, passei mais ou menos metade da minha vida lendo, sou apaixonada por
literatura fantástica e gente doida. Detesto gente normal demais, não sou dada
a amores fáceis e eu tenho teorias realmente estranhas, as quais pretendo
compartilhar aqui num futuro breve. Sou apaixonada pelas bobagens da vida,
sempre fui. Boa parte dos meus textos nasce disso, então achei relevante
adiantar esse interesse.
Estou apresentada? Estou apresentável? Acho que não, mas
também acho que nunca estarei. Por isso correr o risco e dar minhas letras a
tapa por aqui, toda terça-feira.
Até lá.
Gostei da sua companhia. Mesmo mesmo. Mesmo se você, caro
leitor, for apenas eu relendo este texto.
Nenhum comentário:
Postar um comentário