sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Uma canção.

Oi gente, já faz tempo que não venho aqui. E não, não é a dona da sexta que vos fala, sou eu, a de Quinta.
Vim hoje por que deu vontade mesmo, queria postar esse texto e esqueci de faze-lo ontem.
Então, pra matar a saudade, vem cá, me abraça!
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Ouvir aquela canção e pedir o canto qualquer pra deitar em repouso. Apenas isso que peço para findar meu dia. 
Se as lagrimas se acumularam e não decidem se caem ou não, eu já nem me importo! Não me importo também se o riso se confunde facilmente com a tristeza que insiste em habitar em meu peito.
E embora haja paz, já não me vejo sem a turbulência que há dias, há anos pra ser sincera, eu não vivia.
Esta canção... eu não precisava dela agora. Já que tudo que eu preciso está nela e é tudo tao palpável quanto fumaça e da pra enxergar tao bem quanto eu sem lentes. Pra que habitar no meio de tanta duvida?! E pra que ouvir a cançao que me faz lembrar que eu gosto mesmo é de certezas. Que seja turbulento e certo, o caminho. Dai eu ouso ir. De resto, insegura e ainda só, eu caminho.
Deito sorrindo e tenho pedaços generosos de calmaria, mas é tao fugaz como um relampago riscando o ceu. E basta a ausência pra me fazer sucumbir no grande vão que eu moro a vida inteira.
Parece que sim, ainda sou só eu que posso bagunçar meu quintal.

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Poizé, Brasil, é isso!

Vou fazer o possivel pra comparecer na outra semana!

Beijos!!

Enezita Vieira.

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